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Associação de Moradores Sem Teto Ocupa Câmara Municipal de Crato

segunda-feira, 4 de novembro de 2013 | 0 comentários

Cerca de 2 mil pessoas, representantes da Associação de Moradores SEM TETO , MLT (Movimento de Luta Pela Terra) estão ocupando a câmara municipal do Crato. A luta é legítima. O objetivo dos movimentos é pressionar as autoridades para que se consiga terra e teto para estas famílias. Quem quiser dá uma força apareça pra fazer vigília. Porque a Polícia a qualquer momento vai invadir o local com toda truculência. Vamos somar forças!






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Lutamos pelas reformas agrária e urbana: Trabalhador sem-terra é assassinado em ocupação em Maragogi

segunda-feira, 21 de outubro de 2013 | 0 comentários




O Movimento de Luta Pela terra no dia 08/04/2013 ocupou em Maragogi um hotel Inutilizado há cerca de 20 anos.

O hotel fica à margem da AL-101 Norte e pertence a um empresário italiano que mora em Recife (PE). Em dezembro do ano passado, o mesmo imóvel foi ocupado, mas, um mês depois,  tiveram de deixar a área por força de um mandado de reintegração de posse expedido pelo juiz da Comarca, Carlos Aley.



“Lutamos pelas reformas agrária e urbana. São 20 anos com essa estrutura parada, por isso decidimos ocupar o hotel e cobrar a construção de casas para o povo”. O hotel  possui diversos chalés inacabados que foram ocupados pelas famílias . Alguns dos imóveis têm localização privilegiada: estão situados de frente para a Praia de Burgalhau, uma das mais visitadas de Maragogi.

A ocupação preocupa o setor hoteleiro. A área ocupada é vizinha do terceiro maior hotel existente no município, considerado o segundo maior destino turístico do Estado. O coordenador  do MLT, Severino da Silva, o “Índio”, informou que as famílias que ocupam o hotel inacabado são provenientes de áreas periféricas como a favela do Risca Faca, Maruim e dos distritos de São Bento e Barra Grande.

“O déficit habitacional em Maragogi é enorme. Vamos criar uma comissão e iniciar as negociações com os governos estadual e municipal”, informou Índio.

Já na madrugada do domingo para Segunda dia 14 /10/2013. O companheiro do Movimento de Luta Pela Terra  Reginaldo Pedro da Silva, 37 anos, foi assassinado com 20  tiros, na noite do último domingo, dentro de um dos chalés do hotel inacabado que se encontra ocupado desde abril por cerca de 600 famílias, em Maragogi, no Litoral Norte de Alagoas. A companheira dele, identificada como Maria de Luordes Silva, 54, foi atingida com um tiro na perna. Ela sobreviveu e, até ontem, se encontrava internada no Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió onde recebeu atendimento médico em seguida o medico deu alta alegando que o hospital não tinha equipamentos para retirar a bala na perna . A companheira é coordenadora dos Sem terrinhas do MLT.

Régis, como era conhecido o sem-teto, e a companheira dele foram surpreendidos dentro do chalé enquanto jantavam. O imóvel, assim como os demais, não possui portas nem janelas. Segundo testemunhas, dois homens armados invadiram o local e efetuaram os disparos. “Foi um tiro mais forte, como de espingarda calibre 12, e outros tiros em sequência; acredito que de pistola. Eu só ouvi, não vi nada. Quando cheguei à casa dele, já estava morto, estirado”, afirmou o coordenador regional do Movimento Luta pela Terra (MLT), Luiz de França.
Em duas outras oportunidades os jagunços atiraram no local mais não houve feridos, as ameaças são constantes e 04 jagunços estão morando em 04 casas de frente a ocupação que pertence também ao italiano.



COORDENAÇÃO NACIONAL MLT



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Trabalhador sem-terra é assassinado em ocupação em Maragogi

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         maragogiMais um trabalhador rural foi assassinado na noite da última segunda-feira (14).
O militante do Movimento de Luta Pela Terra (MLT), Reginaldo Pedro da Silva, foi executado com 20 tiros, dentro de um dos chalés de um hotel ocupado em Maragogi, no Litoral norte de Alagoas.
A companheira do trabalhador, Maria de Lourdes Silva, foi atingida com um tiro na perna e recebeu atendimento  no Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió,  que não tinha sequer equipamento para a retirada da bala.
Régis, como era conhecido o sem-teto, e sua companheira foram surpreendidos dentro do chalé enquanto jantavam.
Segundo testemunhas, dois homens armados invadiram o local e efetuaram os disparos. “Foi um tiro mais forte, como de espingarda calibre 12, e outros tiros em sequência; acredito que de pistola. Eu só ouvi, não vi nada. Quando cheguei à casa dele, já estava morto, estirado”, afirmou o coordenador regional do MLT, Luiz de França.
D acordo com o MLT, em duas outras oportunidades houve disprados de arma de fogo, sem vítimas.  Os coordenado do movimento revelam que as ameaças são constantes, inclusive,  quatro jagunços passaram a residir em casas em frente à ocupação.
O hotel inutilizado há 20 anos, foi ocupado pelo MLT no dia 08 de abril. Os chalés inacabados foram ocupados por cerca de 600 famílias.
A instalação fica à margem da AL-101 Norte e pertence a um empresário italiano que mora em Recife (PE). Em dezembro do ano passado, o mesmo imóvel foi ocupado, mas, um mês depois,  tiveram de deixar a área por força de um mandado de reintegração de posse expedido pelo juiz da Comarca, Carlos Aley.
“Lutamos pelas reformas agrária e urbana. São 20 anos com essa estrutura parada, por isso decidimos ocupar o hotel e cobrar a construção de casas para o povo”, declarou líder rural.
A ocupação preocupa o setor hoteleiro. A área ocupada é vizinha do terceiro maior hotel existente no município, considerado o segundo maior destino turístico do Estado. O coordenador  do MLT, Severino da Silva, o “Índio”, informou que as famílias que ocupam o hotel inacabado são provenientes de áreas periféricas como a favela do Risca Faca, Maruim e dos distritos de São Bento e Barra Grande.
“O déficit habitacional em Maragogi é enorme. Vamos criar uma comissão e iniciar as negociações com os governos estadual e municipal”, informou Índio.

Portal CTB com MLT

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Nota do MLT: Mais Médico é Necessario

quinta-feira, 26 de setembro de 2013 | 0 comentários

Nota do MLT
Por  Valdivino Neto


Nós, camponeses e camponesas presentes no Primeiro Congresso Nacional do MLT Movimento de Luta pela Terra, apoiamos o Programa Mais Médico do Ministério da Saúde. Apoiamos porque sofremos da ausência destes profissionais em nossos assentamentos e acampamentos. Apoiamos também porque conhecemos as necessidades dos trabalhadores e trabalhadoras das cidades que não conseguem nem uma consulta pela ausência de médicos e médicas no s PSF.
A falta de profissionais da saúde no campo é reflexo da desigualdade regional no país, mas também é decorrente da visão de que nós, camponeses e camponesas, somos sujeitos com menos direitos que os citadinos e esta visão amplia a desigualdade entre campo e cidade.
Compreendemos que a efetivação Política Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo e da Floresta demanda tais profissionais e que junto com a chegada dos mesmos é necessário que se amplie a construção de unidades básicas de saúde e a contratação dos profissionais como enfermeiros(as), técnicos(as) de enfermagem e agentes de saúde para atuarem nos assentamentos e acampamentos.
Como estratégia de médio e longo prazo propomos ainda uma política de formação profissional da juventude camponesa na área da saúde. Queremos enfermeiras e enfermeiros, médicos e médicas camponeses e camponesas pois sabemos que nossa juventude esta preparada para tal tarefa.

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1º Congresso Nacional do Movimento de Luta pela Terra tem início nesta 2ªfeira

terça-feira, 10 de setembro de 2013 | 0 comentários

Trabalhadores e trabalhadoras rurais de todo o país participam nesta segunda e terça-feira (09 e 10) do 1º Congresso Nacional do Movimento Nacional Luta pela Terra (MLT), na cidade de Formosa, Goiás.
congresso mlt2
congresso mlt
Durante os dois dias de Congresso, os delegados discutem as bandeiras de luta dos trabalhadores pela terra: reforma agrária e financiamento para a agricultura familiar.
O coordenador nacional do MLT, Dayvid de Souza, iniciou o evento com um discurso sobre a luta pela terra nos 20 anos de luta dos trabalhadores baianos que se espalhou por todo o Brasil.
O coordenador do MLT,  Centro-Oeste e o secretário de Política Agrícola e Agrária, Acimar Gonçalves (Nema) foi parabenizado pelas conquista alcançadas nos assentamentos da região, como posse a terra e as construções das casas financiadas pelo governo Federal em convênio com a Caixa  Econômica Federal, assim como todas as benfeitorias feitas nos assentamentos.
Os dirigentes da CTB-DF, Aldemir Domicio, presidente, e  Samara Nunes, secretária de Mulheres, estiveram presentes na abertura, reiterando o apoio da Central à Política da Reforma Agrária.
No período da tarde, os participantes abordaram os programas voltados para a Agricultura Familiar.
Nesta terça-feira, após o enceramento, os trabalhadores e trabalhadoras rurais e assentados, seguem  em caravanas para a Universidade de Brasília (UNB) em apoio aos médicos cubanos, que irão  trabalhar nos municípios do brasileiros.
Portal CTB com MLT
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Camponenes bloqueiam pistas em Maceió e no interior

quarta-feira, 31 de julho de 2013 | 0 comentários

Foto: Alice Oliveira/Correio de Alagoas
Membros do  Movimento de Luta pela Terra (MLT) fecharam a Rua do Imperador, próximo a Praça Sinimbu. Os líderes dos movimentos informam que também existem pistas bloqueadas em Maragogi, Porto Calvo, Barra de Santo Antônio, Novo Lino, Capela e Jequiá na Praia. Outro grupo fechou a via principal no Bebedouro.
A movimentação é motivada pela presença do Ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas, em Alagoas. Ele está lançando no interior do Estado o Plano Safra Semiário, que visa fortalecer o trabalho dos agricultores que sofrem com a seca. Além disso, os camponeses também estão nas ruas especificamente nesta quinta-feira, 25 de julho, pelo fato de ser o dia do Trabalhador Rural.

O protesto é pacífico, mas tem obrigado aos motoristas desviar o percurso, uma vez que a via é o principal acesso daqueles que saem da Avenida da Paz sentido Rua do Sol.
Conforme o líder do MLT, José Severino, o bloqueio pretende mostrar a população que os camponeses continuam lutando por moradia, terras para plantar e melhores condições de vida. “Queremos terra para plantar e casa para morar”, disse.
José Severino informou que o grupo já conseguiu uma reunião com o ministro. “Ela acontecerá ainda nesta quinta-feira, mas decidimos continuar com os bloqueios para chamar atenção das autoridades”, justificou.
Fonte: Correio de Alagoas
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CARTA DOS PITAGUARY A SOCIEDADE CEARENSE

sexta-feira, 22 de março de 2013 | 0 comentários



Nós, índios Pitaguary, habitamos tradicionalmente o sopé da serra, entre os municípios cearenses de Maracanaú e Pacatuba. Distando aproximadamente 26 quilômetros de Fortaleza, nossa Terra Indígena (TI) está situada na Região Metropolitana da capital, tendo em seus arredores uma área caracterizada pela concentração de indústrias, empresas de mineração e crescente especulação imobiliária.

Nos últimos anos, nós, Pitaguary, temos enfrentado diferentes ataques à efetivação de nossos direitos, principalmente o acesso ao nosso território tradicional, que, embora em demarcação, ainda sofre pressões judiciais que impedem a conclusão do procedimento de regularização fundiária e a consequente desintrusão dos posseiros da área. Tal situação vem trazendo consequências graves para o nosso povo, tais como a crescente ocorrência de grandes obras e empreendimentos dentro da área ou nos limites da terra.
Dentre os principais problemas enfrentados por nós, Pitaguary, destacamos a existência de inúmeras pedreiras ativas nas proximidades do nosso território. Apesar dos grandes impactos socioambientais ocasionados por tais empreendimentos, os mesmos possuem autorização da Superintendência Estadual do Meio Ambiente do Ceará (SEMACE) para seu livre funcionamento. Segundo entendimento da SEMACE, a atividade de exploração de pedreiras é de médio impacto, e mesmo assim tem liberado licenças, como podemos ver abaixo.

O que prova isto é a seguinte situação: a empresa Britaboa ltda, que tenta operar na região, tem pedidos de renovação de Licença de Operação em 3/10/2007, 1/8/2011, 18/2/2010, 1/8/2011, 9/10/2012. Para que seja concedido esse tipo de licença, é necessária a apresentação de EIA/RIMA, só que esse não se encontra disponível na SEMACE, mesmo que a ativi dade não seja considerada de impacto relevante o que exigiria um estudo ambiental simplificado diferente do EIA/RIMA isso iria em contradição ao que exige a resolução CONAMA 01/86 art. 2 inciso IX e a resolução estadual do COEMA 08/04 que no anexo I define ser obrigatório a apresentação desse estudo par atividades Extração de Rochas de Uso Imediato na Construção Civil. Assim a pedreira também não pode funcionar por não se encaixar e cumprir estas condições.

Do mesmo modo, o Departamento Nacional de Produção Mineral-DNPM tem liberado as Concessões de Lavra sem realizar a consulta aos povos indígenas, desconsiderando, portanto, o que dispõe a Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho – OIT, que garante o processo de consulta prévia, livre e informada às comunidades indígenas sobre toda e qualquer medida que venha afetar direta ou indiretamente a vida das nossas populações indígenas.

Tais empresas, p or exemplo, são responsáveis por diversos problemas nas aldeias da Monguba e do Olho D’Água, tais como os desmatamentos, doenças respiratórias como asma, bronquite e gripe. São culpadas ainda por rachaduras nas paredes das casas, devido às constantes explosões das rochas. As nossas crianças indígenas são as mais afetadas.

Diante destas problemáticas, nós, índios Pitaguary, estamos há alguns anos lutando contra a reativação de uma antiga pedreira, desativada há mais de 20 anos, nas imediações de nossa Terra Indígena. A reabertura dessa pedreira vai prejudicar não apenas nós indígenas, mas toda a população residente em Monguba, haja vista que o uso de fortes explosivos põe em risco a vida de todos e causa prejuízos inestimáveis ao meio ambiente e à saúde de nossas populações.

Por conta de tantos absurdos, realizamos, desde novembro de 2011, a retomada do terreno que tinha sido invadido pelos proprietários da pedreir a Britaboa LTDA com a conivência do próprio estado, que há anos vem emitindo concessões de extração e liberando licenças de instalação para tais empreendimentos. Desde então, estamos sofrendo vários tipos de ameaças, tais como: visitas inesperadas, a algumas lideranças indígenas, por parte de policiais portando supostos recados dos proprietários da empresa; presença de carros suspeitos entrando sem permissão na área indígena; tiros nas proximidades, chegando inclusive a atingir um cachorro criado pelo pajé; tudo isso, além de várias outras ameaças e tentativas de intimidação.

Para agravar a inda mais a situação, nos últimos dias o Tribunal Regional Federal da 5ª Região, sediado em Recife, concedeu uma liminar que autoriza a Empresa Britaboa a explorar a área e determina a retirada imediata dos Pitaguary. Ocorre que essa pedreira está dentro do Território tradicional e faz parte de toda a nossa memória e do patrimônio cultural, sendo inclusive espaço para realização de nossos rituais.

Diante de tais problemas, nós povo indígena Pitaguary, convocamos todos e todas que se solidarizam com nossa luta a nos apoiar, divulgando esta carta e se fazendo presentes conosco no distrito de Monguba-Pacatuba CE-060,KM 15, no próximo dia 21/03 (sexta-feira), véspera da data marcada para a reintegração de posse. Esta luta não é só de nós, Pitaguary, mas de todos os que foram e são oprimidos pelo modo de vida capitalista. O que acontece neste momento em nossas terras ocorre também com populações urbanas que estão sendo brutalmente removidas. Estes males, não podemos negar, são causados pela ganância de uma elite que quer lucrar de qualquer forma. Nosso objetivo é fortalecer nossa resistência e impedir, mais uma vez, a reabertura da pedreira na Terra Indígena Pitaguary, bem como afirmar, com todas as nossas forças, que não sairemos do nosso território tradicional e que lá perm aneceremos até nosso último índio!
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Hino do MLT

Companheiro e Companheira essa terra é de primeira boa de nos trabalhar.

Já sofremos até derrotas mas a gente não importa vamos ter que conquistar.

Sofre nesse acampamento ameaças e tormentos, mas é claro está na vista.

Entenda como quiser, mas nois “comi” esse filé pra provar nossa conquista.

Sai ou não sai

Vai sair pra você ver

Todo nosso acampamento é com o MLT

Sai ou não sai

Vai sair pra você ver

Todo nosso acampamento é com o MLT

O movimento da Terra sobe morro desce serra só não vê quem não quer

Está tudo organizado muito bem acompanhado, homem, menino, mulher

Agradeço a meus amigos que vem junto comigo, nessa luta pra valer

Tirando o pão para o sustento, todo nosso acampamento é com o MLT.

Sai ou não sai

Vai sair pra você ver

Todo nosso acampamento é com o MLT

Sai ou não sai

Vai sair pra você ver

Todo nosso acampamento é com o MLT

Se for dura essa batalha a gente pega nas armas não dá pra ser diferente

Fazendeiro tem dinheiro compra arma no estrangeiro pra poder matar a gente

A classe trabalhadora é mais sofredora e já começa a perceber

Que somos a maioria e que vai chegar o dia com o MLT

Sai ou não sai

Vai sair pra você ver

Todo nosso acampamento é com o MLT

Sai ou não sai

Vai sair pra você ver

Todo nosso acampamento é com o MLTCompanheiro e Companheira essa terra é de primeira boa de nos trabalhar.

Já sofremos até derrotas mas a gente não importa vamos ter que conquistar.

Sofre nesse acampamento ameaças e tormentos, mas é claro está na vista.

Entenda como quiser, mas nois “comi” esse filé pra provar nossa conquista.

Sai ou não sai

Vai sair pra você ver

Todo nosso acampamento é com o MLT

Sai ou não sai

Vai sair pra você ver

Todo nosso acampamento é com o MLT

O movimento da Terra sobe morro desce serra só não vê quem não quer

Está tudo organizado muito bem acompanhado, homem, menino, mulher

Agradeço a meus amigos que vem junto comigo, nessa luta pra valer

Tirando o pão para o sustento, todo nosso acampamento é com o MLT.

Sai ou não sai

Vai sair pra você ver

Todo nosso acampamento é com o MLT

Sai ou não sai

Vai sair pra você ver

Todo nosso acampamento é com o MLT

Se for dura essa batalha a gente pega nas armas não dá pra ser diferente

Fazendeiro tem dinheiro compra arma no estrangeiro pra poder matar a gente

A classe trabalhadora é mais sofredora e já começa a perceber

Que somos a maioria e que vai chegar o dia com o MLT

Sai ou não sai

Vai sair pra você ver

Todo nosso acampamento é com o MLT

Sai ou não sai

Vai sair pra você ver

Todo nosso acampamento é com o MLT

Entrevista com Afonso Florence, Min. do Desenvolvimento Agrário






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